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	<title>Caninos Loucos - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://wiki.canisinc.com.br/index.php?title=Discuss%C3%A3o:Kernel&amp;diff=601</id>
		<title>Discussão:Kernel</title>
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		<updated>2022-11-08T16:24:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Barra: Criou página com &amp;#039;atualizar para metodo da labrador 64&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;atualizar para metodo da labrador 64&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Barra</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.canisinc.com.br/index.php?title=Come%C3%A7ando_com_a_Labrador&amp;diff=600</id>
		<title>Começando com a Labrador</title>
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		<updated>2022-11-08T15:36:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Barra: /* Java */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Este artigo busca esclarecer o básico para o uso básico das placas Labrador. Caso você já possua familiaridade com o sistema Debian e com a SBC, o login e senha padrão da placa ao sair da fábrica são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;login: caninos&lt;br /&gt;
senha: caninos &amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O que vem na caixa =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste capítulo vamos conhecer um pouco mais sobre o hardware e o software contido na caixa da Labrador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Hardware e acessórios inclusos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao abrir a caixa da Labrador, você irá encontrar uma Labrador dentro de um case de acrílico e uma fonte de alimentação. Note que a Labrador é composta de duas placas: a Core e a Base. A Tabela abaixo descreve e ilustra cada um dos componentes inclusos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background-color:#c0c0c0;&amp;quot; | Item&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background-color:#c0c0c0;&amp;quot; | Descrição&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background-color:#c0c0c0; text-align: center&amp;quot; | Foto&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Labrador Coreboard&lt;br /&gt;
| Núcleo da Labrador, contém Processador e Memória.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:CoreBoard-v2-front.png|300px]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Labrador Baseboard&lt;br /&gt;
| Placa com periféricos, ex.: USB, HDMI, GPIO, conector de energia.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:Base-frente.png|300px]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Case de acrílico com espaçadores de nylon e parafusos&lt;br /&gt;
| Item para proteção da placa.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:Case-labrador.jpeg|300px]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Fonte de alimentação 12V @ 1A&lt;br /&gt;
| Fornece energia elétrica na tensão e corrente corretas.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:Fonte-labrador.jpg|200px]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Ligando a Labrador =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principal maneira de usar a placa Labrador é conectando-a a um monitor HDMI e a um teclado e mouse USB, além da fonte de alimentação, para que possa ser usada como um dispositivo Linux comum. As próximas seções ensinam passo a passo como fazer isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conectando teclado e mouse - USB ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para poder interagir com a Labrador, basta conectar teclado e mouse às interfaces USB disponíveis. Em geral, você poderá usar qualquer teclado e mouse USB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conectando o monitor - HDMI ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principal forma de visualizar a saída gráfica da Labrador é através de um monitor HDMI (High Definition Multimedia Interface). Você irá precisar de um cabo HDMI comum e de um monitor HDMI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso seu monitor não possua entrada HDMI, mas possua DVI, a Labrador também funciona com adaptadores HDMI-para-DVI. Também já foram testadas entradas analógicas, como o VGA, que funciona com adaptadores HDMI-VGA que façam internamente a conversão digital-analógica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conectando a fonte de alimentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último passo relacionado à conexão de componentes físicos, antes de usar a placa, é conectar a fonte de alimentação. A fonte enviada na caixa aceita ambas as tensões 110V e 220V, e tem como saída 12V 1A de corrente contínua. Caso necessário, fontes alternativas com especificação equivalente podem ser usadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, com o mouse, teclado e monitor já conectados, coloque a fonte de alimentação na tomada e conecte-a à Labrador. Se tudo ocorreu bem, você deverá ver o logo do Caninos Loucos, seguido da tela de login.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Usando o Debian =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema operacional incluso na placa Labrador é o Debian, uma distribuição Linux utilizada no mundo todo. Para o leitor leigo no assunto, [http://www.devfuria.com.br/linux/como-iniciar-no-linux/ há vários tutoriais de Linux na internet], ensinando o básico de [https://sempreupdate.com.br/como-funciona-a-linha-de-comando-do-linux/ como mexer na linha de comando], e até mesmo [https://hacker-tools.github.io/lectures/ guias avançados para aproveitar o Linux ao máximo].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Login ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para começar, assumindo que você já ligou a placa e está na tela de login, o próximo passo é digitar &amp;quot;caninos&amp;quot; (sem as aspas), tanto para o usuário quanto para a senha, e clicar em &amp;quot;Login&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Acesso à Internet ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de a Labrador possuir muitas aplicações para uso offline, conectá-la à Internet nos permite acessar websites, instalar bibliotecas e manter o sistema atualizado. Há duas formas principais, usando cabo de rede (Ethernet) ou a conexão sem-fio (Wi-Fi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ethernet ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para acessar a Internet usando cabo de rede, basta conectar o seu cabo de internet à entrada RJ45. Ao fazer isso com a placa ligada, observe também que o ícone de rede, no lado inferior direito da tela, irá carregar, até apontar que a conexão foi realizada com sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Wi-Fi ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a Labrador já tem Wi-Fi embutido, basta acessar o menu de redes, escolher a sua rede, digitar a senha, e habilitar a conexão. Se for necessário especificar o tipo de segurança da rede, provavelmente será a opção &amp;quot;WPA2 Personal&amp;quot;. Caso isso não funcione, peça ajuda à pessoa que realizou a configuração do seu roteador para descobrir os parâmetros corretos de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Verifique a conexão ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Independente da forma como você se conectou à Internet, você agora pode testar a sua conexão. Uma forma simples de fazer isso é abrindo o Firefox e acessando o site http://caninosloucos.org. Já uma forma mais avançada é abrindo o terminal, digitando &amp;lt;code&amp;gt;ip address&amp;lt;/code&amp;gt; e verificando se você tem um endereço IP válido. É útil saber o endereço IP, pois permite que nos comuniquemos com a Labrador, seja em uma aplicação IoT, seja durante o desenvolvimento. Por exemplo podemos acessar o terminal da Labrador via SSH (Secure Shell), evitando assim a necessidade de mantê-la sempre conectada a um teclado, mouse e monitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Crie seus próprios programas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Labrador tem suporte para uma variedade de linguagens de programação, desde as mais baixo nível, como o C, até as mais alto nível e expressivas, como Python e NodeJS. Portanto deixe a sua criatividade florescer e crie seus próprios programas usando a Labrador. Ah, e não esqueça de compartilhar os seus projetos com a comunidade, no [https://forum.caninosloucos.org.br/ fórum Caninos Loucos]!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Controlando um LED ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se ao aprender programar imprimimos &amp;quot;Hello World&amp;quot; na tela, na programação de SBCs vamos além: vamos fazer controlar um LED (Light Emitting Diode). Este exemplo é interessante pois demonstra que nossos programas, além de controlarem caracteres na tela ou bytes na rede, também podem controlar componentes físicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ligar os LEDs azul e verde da Labrador, abra o terminal e execute o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Labrador 32 bits:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 63 &amp;gt; /sys/class/gpio/export&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 44 &amp;gt; /sys/class/gpio/export&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo out &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio63/direction&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo out &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio44/direction&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 1 &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio63/value&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 1 &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio44/value&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é possível fazer os LEDs azul e verde da Labrador piscarem em um ritmo de batimento cardíaco (de acordo com a demanda de processamento da Labrador).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Labrador 64 bits:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo chmod 777 /sys/class/leds/led1/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo chmod 777 /sys/class/leds/led2/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo heartbeat &amp;gt; /sys/class/leds/led1/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo heartbeat &amp;gt; /sys/class/leds/led2/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Programação GPIO ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma interface interessante da Labrador são os pinos GPIO (General Purpose Input/Output), que são basicamente fios nos quais você pode enviar e receber dados. Para aprender como usar esta interface, confira o artigo principal [[Programação GPIO]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== UART ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através dos pinos de GPIO é possível utilizar a comunicação serial UART na Labrador. Segue um pequeno exemplo de como acessar esse recurso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Conectar um adaptador tty-usb em um computador e a Labrador, através dos pinos 8 e 10 e um GND.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Abrir um emulador de terminal no computador e definir o baud rate como 115200bps.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. No terminal da Labrador entrar com os seguintes comandos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo stty -F /dev/ttyS0 115200&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo &amp;quot;Teste&amp;quot; &amp;gt; /dev/ttyS0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. No emulador de terminal do computador aparecerá a palavra “Teste”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== ADC ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Labrador também possui ADC, que significa Analogic-Digital Converter (Conversor Analógico-Digital). A ideia é ler um valor analógico, entre 0v e 3v e converter para digital, representado por um valor de 10 bits (1024 valores possíveis).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ler o valor do ADC, entre com o seguinte comando no terminal:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;cat /sys/kernel/auxadc/adc0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
A primeira parte do resultado é o timestamp do sistema, enquanto a segunda parte é o resultado em si.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== PWM ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No pino 12 do header de 40 pinos da Labrador é possível encontrar o PWM. Um exemplo de utilização desse recurso pode ser encontrado abaixo. Utilizando o terminal, digite:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo su&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 0 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/export&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Selecione o período do sinal PWM (em nanosegundos):&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 2000000000 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/pwm0/period&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Selecione o duty cycle (em nanosegundos).&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 1000000000 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/pwm0/duty_cycle&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ative (1) ou desative (0) o sinal PWM:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 1 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/pwm0/enable&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com isso, a tensão no pino 12 variará entre 0v e 3v3 a cada 1 segundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== I2C ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também encontramos pinos I2C na Labrador. A conexão é feita através dos pinos 3 (dados) e 5 (clock) do header de 40 pinos. Uma maneira de testar essa conexão e descobrir o endereço do seu dispositivo I2C é mostrada abaixo. No terminal, entrar com os seguintes comandos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo apt install i2c-tools&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo i2cdetect -y 2&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A saída terá o seguinte formato onde, no exemplo, o endereço do dispositivo i2c é 60 (hexadecimal):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;     0  1  2  3  4  5  6  7  8  9  a  b  c  d  e  f&lt;br /&gt;
00:          -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
10: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
20: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
30: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
40: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
50: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
60: 60 -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
70: -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Programas do Linux ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ecossistema de pacotes do Linux, em especial para o Debian, é extremamente rico. Usando o gerenciador de pacotes [https://pt.wikipedia.org/wiki/Advanced_Packaging_Tool apt], bem como seu front-end [https://pt.wikipedia.org/wiki/Synaptic Synaptic], podemos encontrar a grande maioria dos pacotes já compilados para esta distribuição, tanto livres quanto não-livres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Editores de texto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O editor de texto de linha de comando [https://pt.wikipedia.org/wiki/Vim Vim] vem instalado por padrão em sistemas Debian. Apesar disso, sua versão reduzida e menos complicada de usar, o [https://en.wikipedia.org/wiki/GNU_nano Nano] é mais confortável de usar para usuários menos experientes com o terminal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para aqueles que preferem editores de texto com interface gráfica, o [https://pt.wikipedia.org/wiki/Gedit Gedit] e outros clones de Notepad são uma boa escolha para edições simples. Para edição de texto avançada, o [https://en.wikipedia.org/wiki/Atom_(text_editor) Atom] e o [https://pt.wikipedia.org/wiki/Visual_Studio_Code VSCode] executam, mas o processador sofre um pouco por causa da execução no Electron.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Aplicativos de Escritório ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Labrador pode ser usada como um pequeno e barato computador de escritório, suportando programas comuns como Firefox, [https://pt.wikipedia.org/wiki/LibreOffice LibreOffice], [https://pt.wikipedia.org/wiki/Mozilla_Thunderbird Thunderbird], bem como outros clientes de calendário e email livres. É possível rodar o Teams usando a opção de download do pacote no formato .deb presente [https://www.microsoft.com/en-us/microsoft-teams/download-app#desktopAppDownloadregion neste link]. Para instalá-lo basta clicar duas vezes no arquivo após baixar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Jogos e Emuladores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram executados testes usando o emulador [https://pt.wikipedia.org/wiki/Dolphin_(emulador) Dolphin] para a emulação de jogos de GameCube e Wii. Mario Kart DD atinge 6-7 frames por segundo durante o jogo usando OpenGL e pré-compilação de shaders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos emuladores costumam ter suporte limitado à arquitetura ARM, logo é recomendado cuidado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Servidor Web ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nginx &lt;br /&gt;
Node.js&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Java ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há suporte a Java, embora a versão 8 deva ser obtida por fora do APT, já que não está em seus repositórios.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Barra</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.canisinc.com.br/index.php?title=Come%C3%A7ando_com_a_Labrador&amp;diff=599</id>
		<title>Começando com a Labrador</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.canisinc.com.br/index.php?title=Come%C3%A7ando_com_a_Labrador&amp;diff=599"/>
		<updated>2022-11-08T15:35:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Barra: /* Jogos e Emuladores */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Este artigo busca esclarecer o básico para o uso básico das placas Labrador. Caso você já possua familiaridade com o sistema Debian e com a SBC, o login e senha padrão da placa ao sair da fábrica são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;login: caninos&lt;br /&gt;
senha: caninos &amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O que vem na caixa =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste capítulo vamos conhecer um pouco mais sobre o hardware e o software contido na caixa da Labrador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Hardware e acessórios inclusos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao abrir a caixa da Labrador, você irá encontrar uma Labrador dentro de um case de acrílico e uma fonte de alimentação. Note que a Labrador é composta de duas placas: a Core e a Base. A Tabela abaixo descreve e ilustra cada um dos componentes inclusos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background-color:#c0c0c0;&amp;quot; | Item&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background-color:#c0c0c0;&amp;quot; | Descrição&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background-color:#c0c0c0; text-align: center&amp;quot; | Foto&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Labrador Coreboard&lt;br /&gt;
| Núcleo da Labrador, contém Processador e Memória.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:CoreBoard-v2-front.png|300px]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Labrador Baseboard&lt;br /&gt;
| Placa com periféricos, ex.: USB, HDMI, GPIO, conector de energia.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:Base-frente.png|300px]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Case de acrílico com espaçadores de nylon e parafusos&lt;br /&gt;
| Item para proteção da placa.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:Case-labrador.jpeg|300px]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Fonte de alimentação 12V @ 1A&lt;br /&gt;
| Fornece energia elétrica na tensão e corrente corretas.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:Fonte-labrador.jpg|200px]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Ligando a Labrador =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principal maneira de usar a placa Labrador é conectando-a a um monitor HDMI e a um teclado e mouse USB, além da fonte de alimentação, para que possa ser usada como um dispositivo Linux comum. As próximas seções ensinam passo a passo como fazer isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conectando teclado e mouse - USB ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para poder interagir com a Labrador, basta conectar teclado e mouse às interfaces USB disponíveis. Em geral, você poderá usar qualquer teclado e mouse USB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conectando o monitor - HDMI ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principal forma de visualizar a saída gráfica da Labrador é através de um monitor HDMI (High Definition Multimedia Interface). Você irá precisar de um cabo HDMI comum e de um monitor HDMI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso seu monitor não possua entrada HDMI, mas possua DVI, a Labrador também funciona com adaptadores HDMI-para-DVI. Também já foram testadas entradas analógicas, como o VGA, que funciona com adaptadores HDMI-VGA que façam internamente a conversão digital-analógica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conectando a fonte de alimentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último passo relacionado à conexão de componentes físicos, antes de usar a placa, é conectar a fonte de alimentação. A fonte enviada na caixa aceita ambas as tensões 110V e 220V, e tem como saída 12V 1A de corrente contínua. Caso necessário, fontes alternativas com especificação equivalente podem ser usadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, com o mouse, teclado e monitor já conectados, coloque a fonte de alimentação na tomada e conecte-a à Labrador. Se tudo ocorreu bem, você deverá ver o logo do Caninos Loucos, seguido da tela de login.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Usando o Debian =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema operacional incluso na placa Labrador é o Debian, uma distribuição Linux utilizada no mundo todo. Para o leitor leigo no assunto, [http://www.devfuria.com.br/linux/como-iniciar-no-linux/ há vários tutoriais de Linux na internet], ensinando o básico de [https://sempreupdate.com.br/como-funciona-a-linha-de-comando-do-linux/ como mexer na linha de comando], e até mesmo [https://hacker-tools.github.io/lectures/ guias avançados para aproveitar o Linux ao máximo].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Login ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para começar, assumindo que você já ligou a placa e está na tela de login, o próximo passo é digitar &amp;quot;caninos&amp;quot; (sem as aspas), tanto para o usuário quanto para a senha, e clicar em &amp;quot;Login&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Acesso à Internet ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de a Labrador possuir muitas aplicações para uso offline, conectá-la à Internet nos permite acessar websites, instalar bibliotecas e manter o sistema atualizado. Há duas formas principais, usando cabo de rede (Ethernet) ou a conexão sem-fio (Wi-Fi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ethernet ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para acessar a Internet usando cabo de rede, basta conectar o seu cabo de internet à entrada RJ45. Ao fazer isso com a placa ligada, observe também que o ícone de rede, no lado inferior direito da tela, irá carregar, até apontar que a conexão foi realizada com sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Wi-Fi ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a Labrador já tem Wi-Fi embutido, basta acessar o menu de redes, escolher a sua rede, digitar a senha, e habilitar a conexão. Se for necessário especificar o tipo de segurança da rede, provavelmente será a opção &amp;quot;WPA2 Personal&amp;quot;. Caso isso não funcione, peça ajuda à pessoa que realizou a configuração do seu roteador para descobrir os parâmetros corretos de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Verifique a conexão ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Independente da forma como você se conectou à Internet, você agora pode testar a sua conexão. Uma forma simples de fazer isso é abrindo o Firefox e acessando o site http://caninosloucos.org. Já uma forma mais avançada é abrindo o terminal, digitando &amp;lt;code&amp;gt;ip address&amp;lt;/code&amp;gt; e verificando se você tem um endereço IP válido. É útil saber o endereço IP, pois permite que nos comuniquemos com a Labrador, seja em uma aplicação IoT, seja durante o desenvolvimento. Por exemplo podemos acessar o terminal da Labrador via SSH (Secure Shell), evitando assim a necessidade de mantê-la sempre conectada a um teclado, mouse e monitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Crie seus próprios programas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Labrador tem suporte para uma variedade de linguagens de programação, desde as mais baixo nível, como o C, até as mais alto nível e expressivas, como Python e NodeJS. Portanto deixe a sua criatividade florescer e crie seus próprios programas usando a Labrador. Ah, e não esqueça de compartilhar os seus projetos com a comunidade, no [https://forum.caninosloucos.org.br/ fórum Caninos Loucos]!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Controlando um LED ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se ao aprender programar imprimimos &amp;quot;Hello World&amp;quot; na tela, na programação de SBCs vamos além: vamos fazer controlar um LED (Light Emitting Diode). Este exemplo é interessante pois demonstra que nossos programas, além de controlarem caracteres na tela ou bytes na rede, também podem controlar componentes físicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ligar os LEDs azul e verde da Labrador, abra o terminal e execute o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Labrador 32 bits:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 63 &amp;gt; /sys/class/gpio/export&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 44 &amp;gt; /sys/class/gpio/export&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo out &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio63/direction&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo out &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio44/direction&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 1 &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio63/value&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 1 &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio44/value&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é possível fazer os LEDs azul e verde da Labrador piscarem em um ritmo de batimento cardíaco (de acordo com a demanda de processamento da Labrador).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Labrador 64 bits:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo chmod 777 /sys/class/leds/led1/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo chmod 777 /sys/class/leds/led2/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo heartbeat &amp;gt; /sys/class/leds/led1/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo heartbeat &amp;gt; /sys/class/leds/led2/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Programação GPIO ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma interface interessante da Labrador são os pinos GPIO (General Purpose Input/Output), que são basicamente fios nos quais você pode enviar e receber dados. Para aprender como usar esta interface, confira o artigo principal [[Programação GPIO]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== UART ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através dos pinos de GPIO é possível utilizar a comunicação serial UART na Labrador. Segue um pequeno exemplo de como acessar esse recurso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Conectar um adaptador tty-usb em um computador e a Labrador, através dos pinos 8 e 10 e um GND.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Abrir um emulador de terminal no computador e definir o baud rate como 115200bps.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. No terminal da Labrador entrar com os seguintes comandos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo stty -F /dev/ttyS0 115200&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo &amp;quot;Teste&amp;quot; &amp;gt; /dev/ttyS0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. No emulador de terminal do computador aparecerá a palavra “Teste”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== ADC ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Labrador também possui ADC, que significa Analogic-Digital Converter (Conversor Analógico-Digital). A ideia é ler um valor analógico, entre 0v e 3v e converter para digital, representado por um valor de 10 bits (1024 valores possíveis).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ler o valor do ADC, entre com o seguinte comando no terminal:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;cat /sys/kernel/auxadc/adc0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
A primeira parte do resultado é o timestamp do sistema, enquanto a segunda parte é o resultado em si.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== PWM ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No pino 12 do header de 40 pinos da Labrador é possível encontrar o PWM. Um exemplo de utilização desse recurso pode ser encontrado abaixo. Utilizando o terminal, digite:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo su&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 0 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/export&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Selecione o período do sinal PWM (em nanosegundos):&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 2000000000 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/pwm0/period&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Selecione o duty cycle (em nanosegundos).&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 1000000000 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/pwm0/duty_cycle&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ative (1) ou desative (0) o sinal PWM:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 1 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/pwm0/enable&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com isso, a tensão no pino 12 variará entre 0v e 3v3 a cada 1 segundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== I2C ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também encontramos pinos I2C na Labrador. A conexão é feita através dos pinos 3 (dados) e 5 (clock) do header de 40 pinos. Uma maneira de testar essa conexão e descobrir o endereço do seu dispositivo I2C é mostrada abaixo. No terminal, entrar com os seguintes comandos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo apt install i2c-tools&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo i2cdetect -y 2&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A saída terá o seguinte formato onde, no exemplo, o endereço do dispositivo i2c é 60 (hexadecimal):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;     0  1  2  3  4  5  6  7  8  9  a  b  c  d  e  f&lt;br /&gt;
00:          -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
10: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
20: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
30: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
40: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
50: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
60: 60 -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
70: -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Programas do Linux ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ecossistema de pacotes do Linux, em especial para o Debian, é extremamente rico. Usando o gerenciador de pacotes [https://pt.wikipedia.org/wiki/Advanced_Packaging_Tool apt], bem como seu front-end [https://pt.wikipedia.org/wiki/Synaptic Synaptic], podemos encontrar a grande maioria dos pacotes já compilados para esta distribuição, tanto livres quanto não-livres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Editores de texto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O editor de texto de linha de comando [https://pt.wikipedia.org/wiki/Vim Vim] vem instalado por padrão em sistemas Debian. Apesar disso, sua versão reduzida e menos complicada de usar, o [https://en.wikipedia.org/wiki/GNU_nano Nano] é mais confortável de usar para usuários menos experientes com o terminal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para aqueles que preferem editores de texto com interface gráfica, o [https://pt.wikipedia.org/wiki/Gedit Gedit] e outros clones de Notepad são uma boa escolha para edições simples. Para edição de texto avançada, o [https://en.wikipedia.org/wiki/Atom_(text_editor) Atom] e o [https://pt.wikipedia.org/wiki/Visual_Studio_Code VSCode] executam, mas o processador sofre um pouco por causa da execução no Electron.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Aplicativos de Escritório ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Labrador pode ser usada como um pequeno e barato computador de escritório, suportando programas comuns como Firefox, [https://pt.wikipedia.org/wiki/LibreOffice LibreOffice], [https://pt.wikipedia.org/wiki/Mozilla_Thunderbird Thunderbird], bem como outros clientes de calendário e email livres. É possível rodar o Teams usando a opção de download do pacote no formato .deb presente [https://www.microsoft.com/en-us/microsoft-teams/download-app#desktopAppDownloadregion neste link]. Para instalá-lo basta clicar duas vezes no arquivo após baixar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Jogos e Emuladores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram executados testes usando o emulador [https://pt.wikipedia.org/wiki/Dolphin_(emulador) Dolphin] para a emulação de jogos de GameCube e Wii. Mario Kart DD atinge 6-7 frames por segundo durante o jogo usando OpenGL e pré-compilação de shaders.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos emuladores costumam ter suporte limitado à arquitetura ARM, logo é recomendado cuidado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Servidor Web ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nginx &lt;br /&gt;
Node.js&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Java ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei grrrr&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Barra</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.canisinc.com.br/index.php?title=Come%C3%A7ando_com_a_Labrador&amp;diff=598</id>
		<title>Começando com a Labrador</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.canisinc.com.br/index.php?title=Come%C3%A7ando_com_a_Labrador&amp;diff=598"/>
		<updated>2022-11-08T14:02:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Barra: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Este artigo busca esclarecer o básico para o uso básico das placas Labrador. Caso você já possua familiaridade com o sistema Debian e com a SBC, o login e senha padrão da placa ao sair da fábrica são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;login: caninos&lt;br /&gt;
senha: caninos &amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O que vem na caixa =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste capítulo vamos conhecer um pouco mais sobre o hardware e o software contido na caixa da Labrador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Hardware e acessórios inclusos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao abrir a caixa da Labrador, você irá encontrar uma Labrador dentro de um case de acrílico e uma fonte de alimentação. Note que a Labrador é composta de duas placas: a Core e a Base. A Tabela abaixo descreve e ilustra cada um dos componentes inclusos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background-color:#c0c0c0;&amp;quot; | Item&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background-color:#c0c0c0;&amp;quot; | Descrição&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background-color:#c0c0c0; text-align: center&amp;quot; | Foto&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Labrador Coreboard&lt;br /&gt;
| Núcleo da Labrador, contém Processador e Memória.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:CoreBoard-v2-front.png|300px]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Labrador Baseboard&lt;br /&gt;
| Placa com periféricos, ex.: USB, HDMI, GPIO, conector de energia.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:Base-frente.png|300px]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Case de acrílico com espaçadores de nylon e parafusos&lt;br /&gt;
| Item para proteção da placa.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:Case-labrador.jpeg|300px]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Fonte de alimentação 12V @ 1A&lt;br /&gt;
| Fornece energia elétrica na tensão e corrente corretas.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:Fonte-labrador.jpg|200px]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Ligando a Labrador =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principal maneira de usar a placa Labrador é conectando-a a um monitor HDMI e a um teclado e mouse USB, além da fonte de alimentação, para que possa ser usada como um dispositivo Linux comum. As próximas seções ensinam passo a passo como fazer isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conectando teclado e mouse - USB ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para poder interagir com a Labrador, basta conectar teclado e mouse às interfaces USB disponíveis. Em geral, você poderá usar qualquer teclado e mouse USB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conectando o monitor - HDMI ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principal forma de visualizar a saída gráfica da Labrador é através de um monitor HDMI (High Definition Multimedia Interface). Você irá precisar de um cabo HDMI comum e de um monitor HDMI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso seu monitor não possua entrada HDMI, mas possua DVI, a Labrador também funciona com adaptadores HDMI-para-DVI. Também já foram testadas entradas analógicas, como o VGA, que funciona com adaptadores HDMI-VGA que façam internamente a conversão digital-analógica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conectando a fonte de alimentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último passo relacionado à conexão de componentes físicos, antes de usar a placa, é conectar a fonte de alimentação. A fonte enviada na caixa aceita ambas as tensões 110V e 220V, e tem como saída 12V 1A de corrente contínua. Caso necessário, fontes alternativas com especificação equivalente podem ser usadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, com o mouse, teclado e monitor já conectados, coloque a fonte de alimentação na tomada e conecte-a à Labrador. Se tudo ocorreu bem, você deverá ver o logo do Caninos Loucos, seguido da tela de login.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Usando o Debian =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema operacional incluso na placa Labrador é o Debian, uma distribuição Linux utilizada no mundo todo. Para o leitor leigo no assunto, [http://www.devfuria.com.br/linux/como-iniciar-no-linux/ há vários tutoriais de Linux na internet], ensinando o básico de [https://sempreupdate.com.br/como-funciona-a-linha-de-comando-do-linux/ como mexer na linha de comando], e até mesmo [https://hacker-tools.github.io/lectures/ guias avançados para aproveitar o Linux ao máximo].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Login ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para começar, assumindo que você já ligou a placa e está na tela de login, o próximo passo é digitar &amp;quot;caninos&amp;quot; (sem as aspas), tanto para o usuário quanto para a senha, e clicar em &amp;quot;Login&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Acesso à Internet ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de a Labrador possuir muitas aplicações para uso offline, conectá-la à Internet nos permite acessar websites, instalar bibliotecas e manter o sistema atualizado. Há duas formas principais, usando cabo de rede (Ethernet) ou a conexão sem-fio (Wi-Fi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ethernet ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para acessar a Internet usando cabo de rede, basta conectar o seu cabo de internet à entrada RJ45. Ao fazer isso com a placa ligada, observe também que o ícone de rede, no lado inferior direito da tela, irá carregar, até apontar que a conexão foi realizada com sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Wi-Fi ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a Labrador já tem Wi-Fi embutido, basta acessar o menu de redes, escolher a sua rede, digitar a senha, e habilitar a conexão. Se for necessário especificar o tipo de segurança da rede, provavelmente será a opção &amp;quot;WPA2 Personal&amp;quot;. Caso isso não funcione, peça ajuda à pessoa que realizou a configuração do seu roteador para descobrir os parâmetros corretos de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Verifique a conexão ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Independente da forma como você se conectou à Internet, você agora pode testar a sua conexão. Uma forma simples de fazer isso é abrindo o Firefox e acessando o site http://caninosloucos.org. Já uma forma mais avançada é abrindo o terminal, digitando &amp;lt;code&amp;gt;ip address&amp;lt;/code&amp;gt; e verificando se você tem um endereço IP válido. É útil saber o endereço IP, pois permite que nos comuniquemos com a Labrador, seja em uma aplicação IoT, seja durante o desenvolvimento. Por exemplo podemos acessar o terminal da Labrador via SSH (Secure Shell), evitando assim a necessidade de mantê-la sempre conectada a um teclado, mouse e monitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Crie seus próprios programas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Labrador tem suporte para uma variedade de linguagens de programação, desde as mais baixo nível, como o C, até as mais alto nível e expressivas, como Python e NodeJS. Portanto deixe a sua criatividade florescer e crie seus próprios programas usando a Labrador. Ah, e não esqueça de compartilhar os seus projetos com a comunidade, no [https://forum.caninosloucos.org.br/ fórum Caninos Loucos]!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Controlando um LED ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se ao aprender programar imprimimos &amp;quot;Hello World&amp;quot; na tela, na programação de SBCs vamos além: vamos fazer controlar um LED (Light Emitting Diode). Este exemplo é interessante pois demonstra que nossos programas, além de controlarem caracteres na tela ou bytes na rede, também podem controlar componentes físicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ligar os LEDs azul e verde da Labrador, abra o terminal e execute o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Labrador 32 bits:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 63 &amp;gt; /sys/class/gpio/export&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 44 &amp;gt; /sys/class/gpio/export&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo out &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio63/direction&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo out &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio44/direction&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 1 &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio63/value&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 1 &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio44/value&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é possível fazer os LEDs azul e verde da Labrador piscarem em um ritmo de batimento cardíaco (de acordo com a demanda de processamento da Labrador).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Labrador 64 bits:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo chmod 777 /sys/class/leds/led1/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo chmod 777 /sys/class/leds/led2/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo heartbeat &amp;gt; /sys/class/leds/led1/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo heartbeat &amp;gt; /sys/class/leds/led2/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Programação GPIO ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma interface interessante da Labrador são os pinos GPIO (General Purpose Input/Output), que são basicamente fios nos quais você pode enviar e receber dados. Para aprender como usar esta interface, confira o artigo principal [[Programação GPIO]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== UART ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através dos pinos de GPIO é possível utilizar a comunicação serial UART na Labrador. Segue um pequeno exemplo de como acessar esse recurso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Conectar um adaptador tty-usb em um computador e a Labrador, através dos pinos 8 e 10 e um GND.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Abrir um emulador de terminal no computador e definir o baud rate como 115200bps.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. No terminal da Labrador entrar com os seguintes comandos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo stty -F /dev/ttyS0 115200&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo &amp;quot;Teste&amp;quot; &amp;gt; /dev/ttyS0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. No emulador de terminal do computador aparecerá a palavra “Teste”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== ADC ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Labrador também possui ADC, que significa Analogic-Digital Converter (Conversor Analógico-Digital). A ideia é ler um valor analógico, entre 0v e 3v e converter para digital, representado por um valor de 10 bits (1024 valores possíveis).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ler o valor do ADC, entre com o seguinte comando no terminal:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;cat /sys/kernel/auxadc/adc0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
A primeira parte do resultado é o timestamp do sistema, enquanto a segunda parte é o resultado em si.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== PWM ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No pino 12 do header de 40 pinos da Labrador é possível encontrar o PWM. Um exemplo de utilização desse recurso pode ser encontrado abaixo. Utilizando o terminal, digite:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo su&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 0 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/export&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Selecione o período do sinal PWM (em nanosegundos):&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 2000000000 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/pwm0/period&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Selecione o duty cycle (em nanosegundos).&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 1000000000 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/pwm0/duty_cycle&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ative (1) ou desative (0) o sinal PWM:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 1 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/pwm0/enable&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com isso, a tensão no pino 12 variará entre 0v e 3v3 a cada 1 segundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== I2C ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também encontramos pinos I2C na Labrador. A conexão é feita através dos pinos 3 (dados) e 5 (clock) do header de 40 pinos. Uma maneira de testar essa conexão e descobrir o endereço do seu dispositivo I2C é mostrada abaixo. No terminal, entrar com os seguintes comandos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo apt install i2c-tools&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo i2cdetect -y 2&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A saída terá o seguinte formato onde, no exemplo, o endereço do dispositivo i2c é 60 (hexadecimal):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;     0  1  2  3  4  5  6  7  8  9  a  b  c  d  e  f&lt;br /&gt;
00:          -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
10: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
20: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
30: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
40: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
50: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
60: 60 -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
70: -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Programas do Linux ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ecossistema de pacotes do Linux, em especial para o Debian, é extremamente rico. Usando o gerenciador de pacotes [https://pt.wikipedia.org/wiki/Advanced_Packaging_Tool apt], bem como seu front-end [https://pt.wikipedia.org/wiki/Synaptic Synaptic], podemos encontrar a grande maioria dos pacotes já compilados para esta distribuição, tanto livres quanto não-livres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Editores de texto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O editor de texto de linha de comando [https://pt.wikipedia.org/wiki/Vim Vim] vem instalado por padrão em sistemas Debian. Apesar disso, sua versão reduzida e menos complicada de usar, o [https://en.wikipedia.org/wiki/GNU_nano Nano] é mais confortável de usar para usuários menos experientes com o terminal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para aqueles que preferem editores de texto com interface gráfica, o [https://pt.wikipedia.org/wiki/Gedit Gedit] e outros clones de Notepad são uma boa escolha para edições simples. Para edição de texto avançada, o [https://en.wikipedia.org/wiki/Atom_(text_editor) Atom] e o [https://pt.wikipedia.org/wiki/Visual_Studio_Code VSCode] executam, mas o processador sofre um pouco por causa da execução no Electron.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Aplicativos de Escritório ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Labrador pode ser usada como um pequeno e barato computador de escritório, suportando programas comuns como Firefox, [https://pt.wikipedia.org/wiki/LibreOffice LibreOffice], [https://pt.wikipedia.org/wiki/Mozilla_Thunderbird Thunderbird], bem como outros clientes de calendário e email livres. É possível rodar o Teams usando a opção de download do pacote no formato .deb presente [https://www.microsoft.com/en-us/microsoft-teams/download-app#desktopAppDownloadregion neste link]. Para instalá-lo basta clicar duas vezes no arquivo após baixar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Jogos e Emuladores ===&lt;br /&gt;
[Usando a Labrador como um emulador de console antigo]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram executados testes usando o emulador [https://pt.wikipedia.org/wiki/Dolphin_(emulador) Dolphin] para a emulação de jogos de GameCube e Wii. Mario Kart DD atinge 6 frames por segundo durante o jogo usando OpenGL e pré-compilação de shaders. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Servidor Web ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nginx &lt;br /&gt;
Node.js&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Java ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei grrrr&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Barra</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.canisinc.com.br/index.php?title=Come%C3%A7ando_com_a_Labrador&amp;diff=597</id>
		<title>Começando com a Labrador</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.canisinc.com.br/index.php?title=Come%C3%A7ando_com_a_Labrador&amp;diff=597"/>
		<updated>2022-11-08T12:20:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Barra: Adicionar programas do Linux e link para o guia de uso de emuladores&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Este artigo busca esclarecer o básico para o uso básico das placas Labrador. Caso você já possua familiaridade com o sistema Debian e com a SBC, o login e senha padrão da placa ao sair da fábrica são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;login: caninos&lt;br /&gt;
senha: caninos &amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O que vem na caixa =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste capítulo vamos conhecer um pouco mais sobre o hardware e o software contido na caixa da Labrador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Hardware e acessórios inclusos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao abrir a caixa da Labrador, você irá encontrar uma Labrador dentro de um case de acrílico e uma fonte de alimentação. Note que a Labrador é composta de duas placas: a Core e a Base. A Tabela abaixo descreve e ilustra cada um dos componentes inclusos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background-color:#c0c0c0;&amp;quot; | Item&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background-color:#c0c0c0;&amp;quot; | Descrição&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background-color:#c0c0c0; text-align: center&amp;quot; | Foto&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Labrador Coreboard&lt;br /&gt;
| Núcleo da Labrador, contém Processador e Memória.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:CoreBoard-v2-front.png|300px]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Labrador Baseboard&lt;br /&gt;
| Placa com periféricos, ex.: USB, HDMI, GPIO, conector de energia.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:Base-frente.png|300px]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Case de acrílico com espaçadores de nylon e parafusos&lt;br /&gt;
| Item para proteção da placa.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:Case-labrador.jpeg|300px]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Fonte de alimentação 12V @ 1A&lt;br /&gt;
| Fornece energia elétrica na tensão e corrente corretas.&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center&amp;quot; | [[Arquivo:Fonte-labrador.jpg|200px]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Ligando a Labrador =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principal maneira de usar a placa Labrador é conectando-a a um monitor HDMI e a um teclado e mouse USB, além da fonte de alimentação, para que possa ser usada como um dispositivo Linux comum. As próximas seções ensinam passo a passo como fazer isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conectando teclado e mouse - USB ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para poder interagir com a Labrador, basta conectar teclado e mouse às interfaces USB disponíveis. Em geral, você poderá usar qualquer teclado e mouse USB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conectando o monitor - HDMI ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principal forma de visualizar a saída gráfica da Labrador é através de um monitor HDMI (High Definition Multimedia Interface). Você irá precisar de um cabo HDMI comum e de um monitor HDMI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso seu monitor não possua entrada HDMI, mas possua DVI, a Labrador também funciona com adaptadores HDMI-para-DVI. Também já foram testadas entradas analógicas, como o VGA, que funciona com adaptadores HDMI-VGA que façam internamente a conversão digital-analógica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conectando a fonte de alimentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último passo relacionado à conexão de componentes físicos, antes de usar a placa, é conectar a fonte de alimentação. A fonte enviada na caixa aceita ambas as tensões 110V e 220V, e tem como saída 12V 1A de corrente contínua. Caso necessário, fontes alternativas com especificação equivalente podem ser usadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, com o mouse, teclado e monitor já conectados, coloque a fonte de alimentação na tomada e conecte-a à Labrador. Se tudo ocorreu bem, você deverá ver o logo do Caninos Loucos, seguido da tela de login.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Usando o Debian =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema operacional incluso na placa Labrador é o Debian, uma distribuição Linux utilizada no mundo todo. Para o leitor leigo no assunto, [http://www.devfuria.com.br/linux/como-iniciar-no-linux/ há vários tutoriais de Linux na internet], ensinando o básico de [https://sempreupdate.com.br/como-funciona-a-linha-de-comando-do-linux/ como mexer na linha de comando], e até mesmo [https://hacker-tools.github.io/lectures/ guias avançados para aproveitar o Linux ao máximo].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Login ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para começar, assumindo que você já ligou a placa e está na tela de login, o próximo passo é digitar &amp;quot;caninos&amp;quot; (sem as aspas), tanto para o usuário quanto para a senha, e clicar em &amp;quot;Login&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Acesso à Internet ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de a Labrador possuir muitas aplicações para uso offline, conectá-la à Internet nos permite acessar websites, instalar bibliotecas e manter o sistema atualizado. Há duas formas principais, usando cabo de rede (Ethernet) ou a conexão sem-fio (Wi-Fi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ethernet ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para acessar a Internet usando cabo de rede, basta conectar o seu cabo de internet à entrada RJ45. Ao fazer isso com a placa ligada, observe também que o ícone de rede, no lado inferior direito da tela, irá carregar, até apontar que a conexão foi realizada com sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Wi-Fi ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a Labrador já tem Wi-Fi embutido, basta acessar o menu de redes, escolher a sua rede, digitar a senha, e habilitar a conexão. Se for necessário especificar o tipo de segurança da rede, provavelmente será a opção &amp;quot;WPA2 Personal&amp;quot;. Caso isso não funcione, peça ajuda à pessoa que realizou a configuração do seu roteador para descobrir os parâmetros corretos de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Verifique a conexão ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Independente da forma como você se conectou à Internet, você agora pode testar a sua conexão. Uma forma simples de fazer isso é abrindo o Firefox e acessando o site http://caninosloucos.org. Já uma forma mais avançada é abrindo o terminal, digitando &amp;lt;code&amp;gt;ip address&amp;lt;/code&amp;gt; e verificando se você tem um endereço IP válido. É útil saber o endereço IP, pois permite que nos comuniquemos com a Labrador, seja em uma aplicação IoT, seja durante o desenvolvimento. Por exemplo podemos acessar o terminal da Labrador via SSH (Secure Shell), evitando assim a necessidade de mantê-la sempre conectada a um teclado, mouse e monitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Crie seus próprios programas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Labrador tem suporte para uma variedade de linguagens de programação, desde as mais baixo nível, como o C, até as mais alto nível e expressivas, como Python e NodeJS. Portanto deixe a sua criatividade florescer e crie seus próprios programas usando a Labrador. Ah, e não esqueça de compartilhar os seus projetos com a comunidade, no [https://forum.caninosloucos.org.br/ fórum Caninos Loucos]!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Controlando um LED ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se ao aprender programar imprimimos &amp;quot;Hello World&amp;quot; na tela, na programação de SBCs vamos além: vamos fazer controlar um LED (Light Emitting Diode). Este exemplo é interessante pois demonstra que nossos programas, além de controlarem caracteres na tela ou bytes na rede, também podem controlar componentes físicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ligar os LEDs azul e verde da Labrador, abra o terminal e execute o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Labrador 32 bits:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 63 &amp;gt; /sys/class/gpio/export&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 44 &amp;gt; /sys/class/gpio/export&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo out &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio63/direction&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo out &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio44/direction&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 1 &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio63/value&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo 1 &amp;gt; /sys/class/gpio/gpio44/value&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é possível fazer os LEDs azul e verde da Labrador piscarem em um ritmo de batimento cardíaco (de acordo com a demanda de processamento da Labrador).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Labrador 64 bits:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo chmod 777 /sys/class/leds/led1/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo chmod 777 /sys/class/leds/led2/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo heartbeat &amp;gt; /sys/class/leds/led1/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo heartbeat &amp;gt; /sys/class/leds/led2/trigger&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Programação GPIO ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma interface interessante da Labrador são os pinos GPIO (General Purpose Input/Output), que são basicamente fios nos quais você pode enviar e receber dados. Para aprender como usar esta interface, confira o artigo principal [[Programação GPIO]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== UART ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através dos pinos de GPIO é possível utilizar a comunicação serial UART na Labrador. Segue um pequeno exemplo de como acessar esse recurso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Conectar um adaptador tty-usb em um computador e a Labrador, através dos pinos 8 e 10 e um GND.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Abrir um emulador de terminal no computador e definir o baud rate como 115200bps.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. No terminal da Labrador entrar com os seguintes comandos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo stty -F /dev/ttyS0 115200&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo echo &amp;quot;Teste&amp;quot; &amp;gt; /dev/ttyS0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. No emulador de terminal do computador aparecerá a palavra “Teste”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== ADC ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Labrador também possui ADC, que significa Analogic-Digital Converter (Conversor Analógico-Digital). A ideia é ler um valor analógico, entre 0v e 3v e converter para digital, representado por um valor de 10 bits (1024 valores possíveis).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ler o valor do ADC, entre com o seguinte comando no terminal:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;cat /sys/kernel/auxadc/adc0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
A primeira parte do resultado é o timestamp do sistema, enquanto a segunda parte é o resultado em si.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== PWM ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No pino 12 do header de 40 pinos da Labrador é possível encontrar o PWM. Um exemplo de utilização desse recurso pode ser encontrado abaixo. Utilizando o terminal, digite:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo su&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 0 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/export&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Selecione o período do sinal PWM (em nanosegundos):&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 2000000000 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/pwm0/period&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Selecione o duty cycle (em nanosegundos).&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 1000000000 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/pwm0/duty_cycle&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ative (1) ou desative (0) o sinal PWM:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;echo 1 &amp;gt; /sys/class/pwm/pwmchip0/pwm0/enable&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com isso, a tensão no pino 12 variará entre 0v e 3v3 a cada 1 segundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== I2C ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também encontramos pinos I2C na Labrador. A conexão é feita através dos pinos 3 (dados) e 5 (clock) do header de 40 pinos. Uma maneira de testar essa conexão e descobrir o endereço do seu dispositivo I2C é mostrada abaixo. No terminal, entrar com os seguintes comandos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo apt install i2c-tools&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo i2cdetect -y 2&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A saída terá o seguinte formato onde, no exemplo, o endereço do dispositivo i2c é 60 (hexadecimal):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;     0  1  2  3  4  5  6  7  8  9  a  b  c  d  e  f&lt;br /&gt;
00:          -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
10: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
20: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
30: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
40: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
50: -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
60: 60 -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
70: -- -- -- -- -- -- -- --&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Programas do Linux ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ecossistema de pacotes do Linux, em especial para o Debian, é extremamente rico. Usando o gerenciador de pacotes [http://www.pt.wikipedia.com/apt apt], bem como seu front-end [https://www.pt.wikipedia.com/Synaptic Synaptic], podemos encontrar a grande maioria dos pacotes já compilados para esta distribuição, tanto livres quanto não-livres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Editores de texto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Aplicativos de Escritório ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LibreOffice, Thunderbird, calendario, firefox&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Jogos e Emuladores ===&lt;br /&gt;
[https://www.pt.wikipedia.com/Dolphin(emulator) Dolphin]&lt;br /&gt;
[Usando a Labrador como um emulador de console antigo]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Servidor Web ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Java ===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Barra</name></author>
	</entry>
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